Adrenalina
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| Adrenalina Alerta sobre risco à saúde | |
|---|---|
| Nome IUPAC | (R)-4-(1-hydroxy- 2-(methylamino)ethyl)benzene-1,2-diol |
| Identificadores | |
| Número CAS | |
| PubChem | |
| DrugBank | DB00668 |
| ChemSpider | |
| Código ATC | A01,B02BC09 C01CA24 R01AA14 R03AA01 S01EA01 |
| Propriedades | |
| Fórmula química | C9H13NO3 |
| Massa molar | 183.19 g mol-1 |
| Farmacologia | |
| Via(s) de administração | IC, IV, IM, endotraqueal, SC |
| Metabolismo | sinapse adrenérgica (MAO e COMT) |
| Meia-vida biológica | 2 minutos |
| Excreção | urina |
| Compostos relacionados | |
| Catecolaminas relacionados | Noradrenalina (sem o metil no N) Etilnorepinefrina (em vez do N-metil, N-etil) Desoxiepinefrina (hidroxila reduzida a H) Adrenalona (hidroxila oxidada a carbonila) |
| Compostos relacionados | Metanefrina (em vez da hidroxila na posição 2 do benzeno, um grupo metoxi) |
| Excepto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições PTN Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |
Em maio de 1886, William Bates anunciou o descobrimento da substância produzida pela glândula adrenal no New York Medical Journal. Foi também identificada em 1895 por Napoleão Cybulski, um fisiólogo polaco. A descoberta foi repetida em 1897 por John Jacob Abel. Jokichi Takamine, um químico japonês, descobriu a mesma hormona em 1900, sem conhecimento dos anteriores. Foi sintetizada artificialmente por Friedrich Stolz em 1904.
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[editar] Origem do nome
A palavra adrenalina foi criada pelo cientista que conseguiu isolar este hormônio pela primeira vez, o bioquímico japonês Elissandro Jokichi Takamine, que formou o nome em questão tomando o nome dos rins, sobre o qual se situam as glândulas secretoras, como já mencionado. Utilizou então ad- (prefixo que indica proximidade), renalis (relativo aos rins) e o sufixo -ina, que se aplica a algumas substâncias químicas (as aminas).[editar] Efeitos sobre o organismo
Quando lançada na corrente sanguínea, devido a quaisquer condições do meio ambiente que ameacem a integridade física do corpo (fisicamente ou psicologicamente, stress), a adrenalina aumenta a frequência dos batimentos cardíacos (cronotrópica positiva) e o volume de sangue por batimento cardíaco, eleva o nível de açúcar no sangue (hiperglicemiante), minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal enquanto maximiza o tal fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e "queima" gordura contida nas células adiposas. Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reação, como reagir agressivamente ou fugir, por exemplo.Afeta tanto os receptores beta¹-adrenérgico (cardíaco) e beta²-adrenérgico (pulmonar). Possui propriedades alfa- adrenérgicas que resultam em vasoconstrição.
A adrenalina também tem como efeitos terapêuticos a broncodilatação, o controle da frequência cardíaca e da pressão arterial, dependendo da dose. Na anestesia local é utilizada como coadjuvante, causando vasoconstrição para perdurar o efeito do anestésico, visto que uma área menor de vaso sanguíneo degradará menos o fármaco.[3]
| Receptor Alfa | Receptor Beta |
| Vasoconstrição (cutânea, renal, etc.) | Vasodilatação (músculo esquelético, etc.) |
| Contração da cápsula esplênica | Cardioaceleração |
| Contração del miométrio | Aumento da força de contração do miocárdio |
| Contração do dilatador da íris | Relaxamento del miométrio |
| Contração da membrana nictitante | Relaxamento bronquial |
| Relaxamento intestinal | Relaxamento intestinal |
| Contração pilomotora | Glucogenólise |
| Lipólise | Calorigênese |
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